Saiba mais sobre a história dos barbeiros

Desde cedo uma das tradições do homem é comparecer ao barbeiro. Além de cortar o cabelo ou fazer a barba, a visita ao barbeiro é um momento de socialização, de conversar sobre o mundo e tudo que nos rodeia. O modo como os homens cuidam da barba e dos cabelos é histórico e remoto. Apesar do ar de antiguidade, existe algo que não muda, o barbeiro simboliza uma figura de confiança, que cuida da imagem e, mais do que isso, é parte de uma tradição social.

A história nos mostra que os salões de barbeiro surgiram há muito tempo, na Grécia Antiga. Muito mais do que apenas cortar o cabelo e cuidar das longas barbas. Neste ambiente, os gregos tratavam de assuntos sociais, como política e os fatos do cotidiano.

Poder e conquista. A imagem de cabelos longos ou barbas expressivas era relacionada a figuras de destaque na sociedade. Na antiguidade os nobres ostentavam cabelos longos, com faixas e correntes. Para transmitir a imagem de uma sociedade gladiadora e de guerreiros, os primeiros cortes de barbas e bigodes eram feitos com a ponta de uma lança.

Nas culturas antigas, a barba era considerada uma característica de coragem e força. Prova disso é uma das práticas dos espartanos, que raspavam a barba dos guerreiros considerados covardes. Algumas culturas antigas consideravam o ato de pegar nos cabelos ou na barba de alguém um atentado à honra, passível de sérias punições. Com isso, o barbeiro se tornou uma figura de confiança, pois era responsável por manter a saúde física de todos.

Apesar da história das barbearias ser antiga, tudo se renova. A tradição de ir ao barbeiro, cuidar de si, continua, mas novas tecnologias surgiram para auxiliar e facilitar a vida dos profissionais e dos clientes. Uma nova experiência para uma antiga tradição.


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